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domingo, 30 de outubro de 2011

Os brinquedos perigosos das crianças de antigamente

Veja exemplos do que não dar de presente a seu filho. Ou coisas com as quais seu pai se divertiu no passado.

Quando encontramos peças muito pequenas que se soltam ou tinta tóxica, em brinquedos é um verdadeiro escândalo na mídia. Logo a fabricante faz recall, sofre processos e corrige os erros. Mas nem sempre foi assim. No passado, alguns brinquedos eram verdadeiras armas. O site Cracked fez uma lista dos mais perigosos: 


Soprar vidro 

Aparentemente era divertido soprar um tubo de vidro fundido até que ele tomasse forma. Para os jovens americanos de 50 anos atrás era útil ter essa habilidade para que fizessem seus próprios tubos usados nas aulas de química. Mesmo assim, a brincadeira do Gilbert Glass Blowing é um tanto perigosa para ser feita por pessoas sem treino, é que o vidro deve ser muito aquecido para chegar ao ponto maleável.




Moldar chumbo 

A mesma empresa que dava vidro quente para crianças moldarem com a boca, tem o Gilbert Kaster Kit, um equipamento para fazer soldados e armas de chumbo. Se o vidro precisa ficar muito quente para fundir, imagine o chumbo. Segundo o site Cracked, o brinquedo foi comercializado entre os anos 1920 e 1930. 



Locomotiva de verdade 

Só em 1843 a empresa Stevens criou a primeira locomotiva que se movia sozinha. Mas nada de pilhas nessa época. O combustível era querosene ou álcool que deveria ser acendido e deixava um rasto pelo chão.




Ferramentas de verdade 

O Powermite Working Tools é uma caixa de ferramentas para crianças, mas os objectos não são de plástico ou borracha. É tudo de metal mesmo, só o tamanho é menor, afinal, as crianças são menores. Berbequim e serra podem ser usadas normalmente.




Fogão e ferro de passar 

Outra vez, nada de plástico. O fogãozinho, da década de 1930, aquece de verdade, só deveria ser difícil cozinhar alguma coisa de verdade. O ferro eléctrico em miniatura é perfeito para passar roupinhas de bonecas, a propaganda diz que as meninas poderão ajudar a mãe com as tarefas de casa.



Química 

O jogo de química da Gilbert, a mesma empresa do vidro e chumbo fundidos, poderia ser mais um educativo comum, mas continha 56 produtos químicos. Alguns deles bem perigosos. O permanganato de potássio, além de tóxico, pode provocar explosões, por exemplo. O kit vinha até com instruções para fazer uma bomba. O brinquedo fez sucesso na década de 1920, mas acabou por entrar em declínio nos anos 60.



Arma 

A Autstin Magic Pistol, lançada nos anos 50, conta com a ajuda de produtos químicos que, em combinação com água – ou saliva – , provocam uma explosão e lança a bola para seu oponente, quer dizer, amiguinho. Veja:




Laboratório de Energia Atómica 

O pior ficou para o final. Na década de 1950, a energia nuclear era bem vista pela maioria das pessoas, mas nada justifica dar urânio radioactivo como presente de natal. O kit, feito pelo Clube Americano de Ciência Básica, continha urânio e rádio, ambos radioactivos.



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Barco feito com 10 mil palitos navega por controle remoto

Iate de brinquedo levou seis meses para ficar pronto, segundo artesão.

Se é um daqueles que não consegue montar um simples barquinho de papel, vai ficar impressionado com a criação de Steve Backman. Ele passou seis meses para colar palitos uma a um e construir o barco que vê na imagem abaixo. Ao todo, foram dez mil palitos de madeira, um pouco de cola e muita paciência.


Barco feito de palitos

Coberto de fibra de vidro e resina para flutuar, o barco pesa pouco mais de 6 quilos e navega com as indicações de um controle remoto.

Seus seis pequenos motores eléctricos e duas baterias recarregáveis garantem ao menos 4 horas de autonomia sobre as águas, segundo o inventor do brinquedo.


Detalhe do barco feito de palitos



sábado, 19 de fevereiro de 2011

Maior colecção de brinquedos do mundo está à venda


Mostra está disponível ao público até ao dia 28 de Fevereiro

A Sotheby’s de Nova Iorque vai vender a maior colecção de brinquedos do mundo. Uma colecção tão grande que nem a leiloeira tem espaço para expor todos os objectos, estando apenas 20 por cento exposta ao público até ao final deste mês.

É a maior e mais completa colecção que alguma vez se viu num leilão: 35 mil brinquedos coleccionados durante 50 anos por apenas uma pessoa, um americano. Jerry Greene manteve a colecção em cinco salas propositadamente criadas na cave de sua casa, em Filadélfia, nos EUA. De acordo com David Redden, da Sotheby’s, em declarações à AP, Jerry decidiu pôr a sua colecção à venda porque achou que estava na altura de a partilhar com o mundo. No entanto, o coleccionador impôs uma condição: a pessoa que estiver interessada em comprar a colecção tem que a comprar toda. Greene espera com isto que uma instituição pública ou privada adquira a obra e a doe a um museu.

Conhecida como a “Colecção Jerni”, é considerada a maior e mais abrangente colecção do mundo, avaliada em dez milhões de dólares. A colecção será vendida e não leiloada, numa data ainda a anunciar.

A colecção, cujos brinquedos datam de 1850 a 1940, inclui brinquedos raros, feitos à mão e historicamente importantes, com peças europeias e americanas. Existem réplicas de estações de comboio, carrosséis, pequenas vilas, barcos e pontes e edifícios destruídos, nas duas guerras mundiais.

“Coleccionei peça a peça, e o meu interesse em brinquedos de alta qualidade levou-me a centenas de feiras e espectáculos”, explicou Greene num comunicado.

Muitos dos brinquedos pertencem a criadores de brinquedos europeus e americanos famosos na era do ouro da manufactura de brinquedos, como Marklin, Bing, Ernst Plant Carette e Rock & Graner.

fonte: Público